TRF/JF: Assembleia no dia 28 organiza luta contra coparticipação no plano de saúde
Atividade terá início às 13 horas, em frente ao Tribunal (Avenida Paulista, 1842); publicação do edital está prevista para maio, é hora de mostrar à administração que servidores exigem respeito.
Por: Luciana Araujo

A diretoria do Sintrajud e a categoria vêm atuando contra a introdução do modelo de coparticipação na assistência médica que o Tribunal Regional Federal da 3ª Região tem o dever legal de assegurar aos seus servidores. E no próximo dia 28 de abril será mais um importante momento desta luta. Às 13 horas, em frente à sede do Regional, será realizada a assembleia setorial que vai discutir os próximos passos na luta por respeito ao direito à saúde.
Se houver mudança no modelo de custeio do plano serão afetados, além de quem está lotado/a no Tribunal e na seção judiciária da capital, servidores e servidoras dos municípios de Barueri, Bragança Paulista, Caraguatatuba, Guarulhos, Jundiaí, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Registro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São José dos Campos, São Vicente e Taubaté. Essas cidades compõem a carteira dos planos hoje geridos pela Unimed Seguros, cujo contrato se encerra em novembro deste ano e para os quais o Regional prepara novo edital de licitação.
Foi com mobilização que, em 2023, a categoria convenceu o Regional e buscar suplementação orçamentária para evitar jogar nas costas de servidores e servidoras o ônus da cartelização do mercado de saúde privada. E também foi com a categoria em luta que foi possível impedir o TRF-3 de adotar este modelo nos últimos 25 anos, desde quando pela primeira vez o Regional tentou emplacar a coparticipação. Por isso, a direção do Sindicato ressalta a importância da presença de colegas lotados no próprio Tribunal e demais unidades da capital e cidades afetadas pelo plano que está em discussão.
Esse é o momento de dizer um forte "Não à coparticipação!" e defender que o TRF-3 busque mais verbas para a assistência médica e odontológica e garanta isonomia na distribuição do orçamento - pois a saúde de servidores/as não vale menos que a dos/as juízes/as.




