NOTICIAS13/08/2026

Categoria reafirma reivindicações em dia de luta

Servidores e servidoras da capital, Araçatuba, Baixada, Marília e Ribeirão Preto participaram da mobilização.
Por: Luciana Araujo
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Nesta quinta-feira (13 de agosto), a categoria voltou à luta pela derrubada dos vetos às parcelas do reajuste aprovadas no Congresso Nacional para 2027 e 2028; por mais verbas para a assistência médica; isonomia no auxílio-saúde de servidores/as e juízes/as; e o envio do projeto de reestruturação da carreira com sobreposição de tabelas (o Ciclo-85-70).

A manifestação em frente ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região reuniu colegas de todos os ramos da capital, Grande São Paulo e Baixada. Aderiram à paralisação por 24 horas também servidores/as da Justiça Federal em Araçatuba, Marília e Ribeirão Preto. Além de colegas que participaram da jornada virtualmente.

O Sintrajud esteve representado ainda no ato em Brasília (foto abaixo) organizado pela federação nacional da categoria (a Fenajufe).

Em Marília os colegas protestaram ainda contra o atraso de salários dos seguranças patrimoniais terceirizados contratados pela empresa Essencial.

A mobilização segue e o Sintrajud continuará organizando a luta por:

• aprovação do auxílio-nutrição para aposentados/as e fim do confisco das aposentadorias;

• efetivação das 385 nomeações autorizadas na Lei Orçamentária Anual/2026 para a Justiça do Trabalho e que a administração Regional busque dotação para provimento de todos os cargos vagos no TRT-2;

• aprovação do projeto de lei 8307/2014, que cria 611 cargos efetivos no TRT-2;

• novos cargos e nomeações nos cartórios eleitorais, contra o retorno de requisitados/as e contratação de plano de saúde adequado no TRE-SP.

O ato também ressaltou a importância da participação da categoria na campanha contra o veto, orientando que todos os servidores e servidoras enviem mensagens aos parlamentares pelo site do Sintrajud (clique aqui).

À pressão virtual, os dirigentes acrescentaram a necessidade de intensificar a mobilização com vistas à construção de uma greve nacional por tempo indeterminado. "Nada foi dado por nenhum governo. Em todos os momentos, mais ou menos difíceis, foi a mobilização dessa categoria que conquistou cada vitória", frisou o diretor Ismael Souza.

Simacer de Souza Santos, maquinista da CPTM, categoria que acaba de derrotar a política de demissões pós privatização do governo Tarcísio, foi enfático: "a classe trabalhadora está com vocês, mas greve de um dia só é pouco", disse o trabalhador. O ativista levou o apoio da categoria ferroviária às servidoras e servidores do PJU.

As diretoras eleitas Maria Ires e Matilde Gouveia.
As diretoras eleitas Maria Ires e Matilde Gouveia.