NOTICIAS22/07/2026

Luta pelo direito à saúde vai continuar

Sintrajud segue na linha de frente desta luta, que envolve toda a categoria em todos os tribunais, impediu retrocessos maiores e deu visibilidade ao mais inaceitável desrespeito à isonomia e à justiça orçamentária: ‘A saúde de um/a servidor/a não vale menos que a de um Juiz/a’.
Por: Hélcio Duarte Filho
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A luta pelo direito à assistência em saúde em patamares necessários, razoáveis e com respeito à isonomia é mais um capítulo da defesa da inclusão das pautas do conjunto da categoria no Orçamento da União e, mais especificamente, do Poder Judiciário Federal.

A disputa com os ‘penduricalhos’ da magistratura ficou mais evidente do que nunca e talvez o que ocorra com a saúde seja a sua expressão mais escancaradamente inaceitável.

Algo que não dá mais para esconder, apesar de os meios de comunicação seguirem ignorando que quase todos os altos salários, acima do teto constitucional, sejam da alçada de juízes e juízas, ministros e procuradores da República. Isto é, membros dos Poderes, e não propriamente servidores.

O Sintrajud se mantém na linha de frente dessa demanda, representando a vontade e a ação de servidores e servidoras de todos os tribunais – principalmente de São Paulo. Ao longo dos últimos anos, essa mobilização, a bem da verdade permanente, teve momentos de incontestes vitórias.

Mas há também reveses, como a vergonhosa quebra da isonomia. Porém, até nestes casos, faz-se pertinente uma reflexão: o quanto os ataques seriam piores e mais profundos não fosse essa resistência continuada, conjunta, autônoma e independente das administrações?

Não foram poucas as manifestações em que servidores e servidoras de todos os ramos do Judiciário se uniram para defender a pauta comum: isonomia na distribuição com a magistratura, mais verbas e assistência à saúde assegurada a toda a categoria.

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