NOTICIAS05/10/2026

Coletivo LGBT adia roda de conversa para 08 de outubro em razão da assembleia estadual

Reunião do segmento acontecerá às 19h30, em modo exclusivamente on-line, um dia depois da assembleia estadual que será realizada no dia 07, também às 19h30, para discutir iniciativas frente à ameaça de impacto dos penduricalhos nos salários.
Por: Luciana Araujo
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O Coletivo LGBTQIAPN+ do Sintrajud alterou a data da roda de conversa on-line organizada para acontecer na próxima semana. Em virtude da assembleia estadual emergencial convocada para quarta-feira (07 de outubro), a partir das 19h30, também em modo on-line, a atividade LGBTQIAPN+ foi transferida para ocorrer no dia 08 (quinta), no mesmo horário de 19h30. Na pauta, o processo eleitoral em curso e os direitos da população com gênero e sexualidade dissidentes.

Toda a categoria vinculada aos tribunais federais no estado de São Paulo pode participar, sindicalizada ou não, e também às pessoas que atuam nas unidades judiciárias em contratos terceirizados, independente de orientação sexual e identidade de gênero.

Acesse aqui a sala virtual da reunião

O Coletivo foi criado em junho de 2025 (mês que marca o orgulho da população homoafetiva), como um espaço de formulação, formação e combate à LGBTfobia no Poder Judiciário da União e no interior da própria categoria. Entre as bandeiras defendidas pelo colegiado estão:

- a defesa da criminalização da LGBTfobia, com a construção de campanhas de combate ao preconceito e a discriminação, e prisão para quem praticar crimes de homofobia;
- a luta contra a patologização da população LGBTQIAPN+, como as chamadas “curas gays”;
- o respeito aos direitos humanos e civis de pessoas trans e travestis, com reivindicação de cota de 5% nos concursos para a categoria e garantia de uso dos banheiros de acordo com a identidade de gênero; defesa do direito ao nome social de transexuais, pessoas trans, travestis e não binárias, com emissão de documentação gratuita e sem burocracia, e contra o "novo RG" que recai em transfobia ao exigir a exibição do nome de registro;
- por investimentos no SUS para a saúde específica da população LGBTQIAPN+, direito à terapia hormonal e à cirurgia de redesignação sexual com adequado acompanhamento psicológico, políticas públicas de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e tratamento para pessoas soropositivas;
- defesa do debate sobre gênero e sexualidade nas escolas; e
- defesa da igualdade plena nos benefícios e licenças familiares para servidores/as LGBTQIAPN+ e produção de dados institucionais para formulação de políticas inclusivas.