NOTICIAS22/07/2026

Dia 13/8 é decisivo para incluir categoria no orçamento em 2027 e 2028

Leia o editorial da edição 607 do Jornal do Sintrajud.
Por: Redação
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A atual gestão vai chegando ao fim com a sensação de dever cumprido. Após a mobilização da categoria ter rompido o congelamento salarial imposto entre 2019 e 2023, conquistando os 19,25% (Lei 14.523/2023), em maio do ano passado, após contato telefônico do dirigente do Sintrajud Antônio Melquíades (o Melqui) durante o ato no TRF-3, abriram-se as negociações com o Supremo Tribunal Federal que garantiram o reajuste deste ano e o novo adicional de qualificação.

Nos últimos três anos também iniciamos a execução judicial de 12 ações vitoriosas, que — somados todos os processos— vão assegurar o pagamento de mais de R$ 59,87 – que gerou um retorno médio de R$ 3 mil para cada servidor/a em todo o país).

Por outro lado, a magistratura vem se apropriando cada vez mais do orçamento. Cargos vagos cujos provimentos já estão autorizados na Lei Orçamentária Anual não vêm sendo preenchidos, enquanto as metas impostas a quem está trabalhando só crescem. A isonomia na saúde foi quebrada nacionalmente nas justiças Federal e do Trabalho, com reflexos mais graves em São Paulo, onde os custos dos planos são muito maiores que a média do país. É necessário reinserir a categoria nas diretrizes orçamentárias e no orçamento do ano que vem, o que só vai acontecer com luta!

Vamos construir um grande dia 13!

Esta paralisação convocada pela Fenajufe é uma necessidade para pressionar o STF, parlamentares e o governo na semana em que podem ocorrer sessões do Congresso Nacional a derrubarem os vetos de Lula às parcelas do reajuste de 2027 e 2028 (Veto 45) e ao reconhecimento dos riscos do oficialato (Veto 12).

Com a realização de um ato unificado às 13 horas no TRT-2 (Rua da Consolação, 1272).